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Universitários vão à Câmara para cobrarem medidas contra onda de assaltos na cidade


Pela terceira semana consecutiva o tema segurança pública voltou a ser um dos principais temas discutidos durante as reuniões da Câmara de João Monlevade.

Nesta quarta-feira (6), o tema foi debatido na presença de dezenas de estudantes universitários, das três universidades da cidade, que foram até à sede do Legislativo para cobrarem mais segurança no entorno das faculdades, Rede Doctum, UEMG e UFOP.

Após uma caminhada - que saiu da Praça do Povo - pela Avenida Wilson Alvarenga empunhando faixas e cartazes com frases exigindo melhorias na segurança, alunos e professores lotaram o Plenário.

O educador Breno Eustáquio da Silva foi o porta voz dos estudantes ao fazer uso da Tribuna Popular. Em sua fala, ele destacou diversos crimes de roubos nas imediações das universidades.

No caso mais recente, um aluno da Doctum foi golpeado no rosto por uma faca usada pelo marginal que, na ocasião, levou dois telefones celulares. “Temos conhecimento de que movimentos estão sendo feitos para tentar coibir a ação de bandidos em nossa cidade ainda que não suficientes! Porém, as polícias, mesmo com toda dificuldade de infraestrutura e falta de pessoal, tem feito seu trabalho, assim como os vereadores dessa casa e diretores da Doctum e da Uemg têm promovido reuniões com autoridades públicas para discutir esse problema”, falou.

O professor pontuou que as ações em prol da segurança são tomadas após os crimes e que faltam políticas públicas de médio e longo prazo, que poderiam evitar estes casos de violência. “Não sou especialista em segurança pública, mas minha experiência acadêmica me dá uma noção de como esse problema deve ser combatido: com um plano de desenvolvimento a longo prazo, com ações emergenciais, mas outras que só vão surtir efeito daqui a algum tempo. E nessas minhas pouco mais de três décadas de vida, nunca ouvi falar em Monlevade da existência de um grupo oficial suprapartidário, com representação das mais diversas camadas sociais, engajado a promover o desenvolvimento do município, com ações que reflitam em mais saúde, mais emprego, mais educação, mais saneamento, mais ordem social, entre outros fatores que direta ou indiretamente vão gerar uma cidade mais segura”, frisou.

Os vereadores aproveitaram que a Casa estava cheia e se defenderam, com discursos repetitivos e vazios, de que a Câmara é limitada na intervenção dos problemas e que o Legislativo tem participado junto das autoridades policiais e judiciárias de várias reuniões em busca de soluções e ações concretas para a situação em João Monlevade.

Eles citaram a possibilidade de instalação de câmeras de monitoramento na cidade, que vem sendo estudado há mais de dois anos, bem como o compromisso da Prefeitura em melhorar o sistema de iluminação e limpeza no entorno das faculdades.

Deputados e o Governo Estadual também foram acionados, por meio de ofícios, para que agilizem o aumento de efetivo de policiais no município.

Um dos discursos mais ousado foi o do presidente da Câmara, o vereador Djlama Augusto Gomes Bastos (PSD) e que não agradou a alguns universitários. Ele pediu aos estudantes que denunciem quem usa drogas, por ser uma das fontes que alimenta o tráfico e fomenta os roubos para que o vício seja mantido. “É preciso ter coragem. Eu denuncio. Temos que denunciar quem é o traficante e o ladrão, mas a sociedade está com medo. Assim como fazemos denuncia anônima com vizinhos, façamos denúncias de criminosos. Temos que vigiar e ter coragem de denunciar. Vocês sabem que na porta de casa ou na escola tem o colega que usa droga e você não denuncia. Liga para o pai e fala. É preciso ter coragem de falar, fazer e executar”, disparou o parlamentar.

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