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Clima tenso no centro da cidade durante clássico entre Cruzeiro e Atlético pela final da Copa do Brasil

A Polícia Militar de João Monlevade apreendeu na noite desta quarta-feira (26) diversos rojões, bombas, porretes e pedras que estavam escondidos debaixo de um veículo estacionado próximo da agência dos Correios em Carneirinhos, pouco antes do clássico entre Cruzeiro e Atlético pela final da Copa do Brasil.

Antes, por volta das 20h40 cerca de 30 torcedores uniformizados do Cruzeiro, seguiram em direção ao “Bar do Xororó” que fica no Bairro Rosário onde normalmente os atleticanos se reúnem para acompanhar os jogos do Atlético.

Os torcedores celestes começaram a disparar rojões em direção ao bar, no início da Rua Armando Batista, com objetivo de provocar os atleticanos, que revidaram com rojões e pedras. O clima ficou tenso por cerca de 10 minutos. Como os atleticanos eram em menor número, naquele momento, eles recuaram. Os rivais passaram em frente ao bar e seguiram para outro, próximo a agência do INSS, onde acompanharam a partida.Bem próximo dali, a polícia efetuou a apreensão dos materiais.

Testemunhas contaram para a polícia que um grupo de torcedores do Cruzeiro, foi quem escondeu os materiais, que seriam usados em um possível confronto de torcidas. Eles contaram também, que minutos antes da Polícia Militar chegar, uma torcedora atleticana, ao passar pelo local, teve sua blusa arrancada e chegou a ser agredida fisicamente por alguns torcedores rivais. Ela foi levada ao Hospital Margarida e apontou para a polícia, nomes de alguns dos envolvidos na ação. Os agressores não foram encontrados.

Houve ainda um informação de que um homem havia sido baleado próximo ao bar do Xororó, mas a polícia não confirmou. Segundo o Capitão Cesar Freitas, a Polícia Militar recebeu informações, antes mesmo do início do jogo, de que havia ocorrido um disparo de arma de fogo, e que ele teria sido efetuado por um policial civil, e que o disparo teria atingido uma pessoa nas nádegas, porém essa informação não foi confirmada. “Pela manhã entramos em contato com o Hospital Margarida onde fomos informados que não houve entrada de pessoa vítima de disparo de arma de fogo lá. Fizemos contato com a Polícia Civil, que também informou não ter registro de nenhuma ocorrência neste sentido. Acreditamos que tudo não passou de um boato lançado em uma rede social”, informou o militar.

Várias pessoas foram abordadas ao logo da Avenida Wilson Alvarenga e a PM chegou a apreender vários rojões com um grupo de torcedores. Ainda segundo Cesar Freitas, a Polícia Militar registrou algumas ocorrências durante o clássico, mas nenhuma de maior gravidade. Ele informou ainda que durante o jogo, torcedores do Atlético que estavam no bar do Xororó, desceram em direção onde os cruzeirenses acompanhavam a partida, mas a PM agiu e evitou o confronto.

Um torcedor atleticano também foi atacado por torcedores celestes com socos e ponta pé, próximo ao Hiper Comercial, por volta das 3h40, quando voltava para casa após as comemorações. Ele contou para a polícia que não conseguiu identificar os autores.

A Polícia Militar avaliou como tranquila a atuação durante o clássico. “O relatório do oficial que comandou o policiamento durante o jogo não aponta qualquer ato de maior gravidade. A Polícia Militar cumpriu bem o seu papel que foi oferecer segurança aos torcedores e aos usuários das vias do centro. Em vários bares pela cidade observamos torcedores das duas equipes acompanhado o jogo juntos. Eu venho de uma cidade, Ipatinga, onde os torcedores acompanham os jogos juntos nos bares, e muito raramente são registrados conflitos. Os problemas, em Monlevade, foram somente no entorno desses dois bares, onde, normalmente, vem ocorrendo esses confrontos durante jogos entre as duas equipes. Essa rivalidade aqui ainda é muito grande”, disse o Capitão Freitas.

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