Teófilo faz ajustes na assessoria


O prefeito Teófilo Torres está realizando alguns ajustes em sua assessoria. Nos próximos dias, alguns servidores serão recolocados em outras funções.
A assessora de Governo Leiza Horsth Hermsdorff Mata passa a responder pela Secretaria de Planejamento. Eduardo Bastos, atual secretário de Planejamento, continua no setor, dando assessoria à Leiza.

A assessoria de Governo passará para Simone Carvalho que trabalhou de 1995 a 2000 como gerente administrativa da Rádio Cultura. De 2000 a 2008, trabalhou no governo Carlos Moreira, atuando durante seis anos como Chefe de Gabinete e dois anos como Secretária de Assistência Social.

Marlene Pessoa, chefe de Gabinete, passará a atender à Secretaria de Obras como chefe de Divisão. Elisângela Almeida, atual secretária adjunta de Saúde, passará a responder pela Chefia de Gabinete.

A servidora efetiva Maria do Socorro Silva Filgueiras, graduada em Administração de empresas e especializada em Gestão Organizacional e Administração Hospitalar, passará a responder pela função de secretária adjunta da Saúde.

O atual diretor adjunto do DAE, Rivaldo de Brito, 59, exercerá o cargo de Secretário de Serviços Urbanos, exercida atualmente de forma interina pelo secretário de Obras, Fabrício Lopes.

Já o cargo de diretor adjunto do DAE, será assumido pelo empresário Mateus Henrique dos Santos, formado em Administração de Empresas e atualmente concluindo um MBA em Gestão Empresarial.

De acordo com o prefeito Teófilo Torres, esses são ajustes naturais da Administração Municipal. “Todos os funcionários que estão sendo recolocados exerceram suas funções com grande competência. Esses ajustes são muito comuns”, afirmou.

Vale ressaltar que todo o pessoal que assumirá novas funções possui perfil profissional que mescla conhecimentos técnicos, administrativos e políticos.

Com aprovação de Emenda à Lei Orgânica do Município, Monlevade poderá ter 15 vereadores em 2016

A Câmara de João Monlevade poderá ter um número maior de vereadores a partir da próxima legislatura em 2016.

É que deverá ser votado na semana que vem o Projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município nº 32/2014 que eleva o número de cadeiras no Executivo das atuais 11, para 15 cadeiras.

Pelo menos oito, dos onze vereadores já assinaram o Projeto, que visa aumentar a representatividade popular. A proposta tem como objetivo adequar a redação da Lei Orgânica Municipal de acordo com o que dispõe a Emenda Constitucional nº 58, de setembro de 2009, que determina o limite máximo de 15 vereadores, nos municípios com uma população entre 50 mil e 80 mil habitantes, reduzindo, em contrapartida, os percentuais máximos do total de despesas das Casas Legislativas.

Já se manifestaram favoráveis à aprovação da Emenda, os vereadores Carlos Roberto Lopes, o “Pastor Carlinhos” (PV), Djalma Augusto Gomes Bastos (PSD), Evandro Dias dos Santos, “Tuquinho do Povo” (PROs), Guilherme Nasser (PSDB), Geraldo Camilo Leles Pontes (PRB ), Sinval Jacinto Dias (PSDB), Telles de Assis Guimarães (PSC) e Vanderlei Cardoso Miranda (PR).

Após a votação da Emenda em primeiro turno, ele só poderá voltar para votação, em segundo turno, após 10 dias, o que deverá ocorrer em uma sessão extraordinária em função do recesso de final de ano. Os vereadores que são a favor do Projeto alegam que o aumento do número de cadeiras não vai onerar os cofres públicos, uma vez que o valor do percentual da receita arrecada pelo Município e que é repassado para a Câmara é o mesmo, independente de ser 11 ou 15 vereadores.

Thiago Titó faz duras criticas à Assessoria de Comunicação da Câmara e é rechaçado pelos colegas


A reunião da Câmara Municipal de João Monlevade desta quarta-feira (27) foi marcada por uma polêmica que teve início com a fala do vereador Teles de Assis Guimarães (PSC), onde o parlamentar se queixou de não ter visto seu nome e, de alguns outros colegas, nos releases enviados à imprensa, tanto pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura, quando da assessoria da Câmara, em relação à visita do presidente da Câmara, vereador Guilherme Nasser (PSDB) e membros da diretoria do Serviço Voluntário de Resgate (Sevor), à casa que tinha como propósito, abrigar uma unidade do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), no bairro Cruzeiro Celeste.

É que o local foi alugado pela Prefeitura há mais de seis meses e está fechado até hoje. Como a vinda do SAMU é incerta, Teles enviou um requerimento na semana passada, solicitando que o local fosse passado para abrigar o Sevor, de forma compartilhada com o SAMU. A área que Sevor usa, há anos, como ponto de apoio próximo do Posto Lulu, na BR-381, foi solicitada recentemente pelo proprietário, que tem novos projetos para o local. O problema foi levado ao conhecimento dos vereadores pelo edil Thiago Araújo Moreira Bicalho, “Thiago Titó” (PMDB).

Teles disse que estranhou ao saber que a casa já havia sido apresentada ao Sevor, sem antes mesmo de ter um retorno do Consórcio Aliança, órgão responsável pela liberação da implantação do SAMU na cidade. Disse que no último contato com o Consórcio, foi informado que uma nova assembleia teria que ocorrer e, só depois, é que eles poderiam dizer se o SAMU virá para a cidade ou não. “Quer dizer, quando tivemos que ir ao Consórcio, tivemos que fazer uma reunião extraordinária e na qual a gente está sendo desrespeitado. Não se consegue informação nenhuma e nem trazê-los aqui”, criticou Teles.

O presidente da Casa Legislativa explicou ao colega que todos os vereadores foram convidados a participarem, tanto da reunião com o prefeito Teófilo Torres (PSDB), quanto à visita com o Sevor na casa alugada pela prefeitura no Bairro Cruzeiro Celeste. “Fomos lá mostrar a casa ao Sevor e não tem nada acertado ainda. Caso não acertasse com o Consórcio Aliança, se a casa serviria ao Sevor, agora, o processo está apenas começando. O desejo nosso é de resolver o problema”, disse Nasser.

Em seguida o vereador Thiago Araújo Moreira Bicalho “Thiago Titó” (PMDB), iniciou seu pronunciamento se queixando do “tratamento diferenciado”, que ele vem sofrendo na Câmara. Primeiro por não ter seus projetos e requerimentos aprovados pela Casa e ainda, segundo ele, esse tratamento tem sido diferente também pela Assessoria de Comunicação da Câmara. “Tem tempos que eu tenho notado um tratamento um pouco diferenciado da Assessoria de Comunicação desta Casa, não é a primeira vez que manifesto isso. Antes do recesso de julho, já tinha manifestado em uma reunião interna, dos quais eu e o Belmar fomos os únicos que manifestamos e depois, deixei pra lá, mas as coisas vão acontecendo e temos que cobrar para melhorar. Por inúmeras vezes pedi auxílio da Assessoria de Comunicação, mas infelizmente eu sempre fui barrado. A assessoria sempre me alegou que os meus pedidos de releses sempre são caracterizadas de promoção pessoal. Mas calma ai, será que é só para este vereador é que promoção pessoal. Não sei. Para que serve então uma assessoria de comunicação se quando eu mais preciso eu não posso ser atendido. Eu posso enumerar aqui várias e várias vezes que eu procurei a assessoria e não podia porque era promoção pessoal. Não quero aparecer mais que ninguém, só quero que as coisas sejam iguais para todos aqui”, disse o peemedebista.

Talvez um detalhe que o parlamentar tenha se esquecido, é que a Assessoria de Comunicação é uma atividade de Comunicação Social que estabelece uma ligação entre uma entidade, no caso a Câmara, e o público, e não o interesse de um ou outro vereador. Para isso cada um tem a sua secretária ou assessor pessoal para fazê-lo.

O presidente da Casa, vereador Guilherme Nasser (PSDB) taxou a atitude do colega como covarde. “Bom vereador o senhor falou o que quis, acho que o senhor foi covarde demais na tribuna expondo a servidora aqui desta Casa que é competente ao extremo. Não tem necessidade de usar a tribuna para denegrir funcionário como o senhor fez, isso não é papel de se fazer. É o que eu penso. Acho que lavar roupa suja, tem que lavar lá dentro, porque a cidade precisa muito mais que isso. É covardia o que o senhor fez. O jurídico já sentou com o senhor e com os outros vereadores para explicar o que pode e o que não pode. Institucionalmente falando, o senhor querendo ou não, respeitando ou não, o presidente aqui sou eu até 31 de dezembro. Release a sua assessora e seu gabinete é que tem que fazer. Release o senhor escreve o que quiser, e a imprensa publica se quiser. Agora institucional quem fala pela Câmara é o presidente. Não vou aceitar o senhor denegrir a funcionária, porque ela é competente, é responsável e trata todos os vereadores iguais. Se o senhor não entende, a hora é agora, candidata-se a presidência, ganhe a eleição e represente a Câmara. Por tanto, não ataque a assessora querendo me atingir. O Belmar já reclamou disso. Agora o que ele fez, marcou uma reunião e o jurídico explicou tudo o que podia ser feito. Agora se houve falha, senta com ela. Eu só queria te pedir que respeite a servidora”, disse Nasser.

Muitos vereadores também lamentaram a forma como o vereador Thiago Titó levou o assunto à tona, dentre eles o próprio colega na bancada de oposição, Belmar Diniz (PT). “Errar todo mundo erra, já tive desavenças com alguns aqui na Casa, com Sinval, Djalma, inclusive com discussão interna mesmo, é uma questão de amadurecimento. Eu acho que o manifesto do vereador Titó, com relação ao funcionamento da Assessoria de Comunicação da Casa ele fez, mas, a forma como foi feita, é preciso ser amadurecida, da forma que foi vista, de ser agressiva. Eu conheço o Titó, mas não temos aquela amizade de muitos anos, mas a convivência que temos, acho que não foi a intenção dele. Temos que passar uma borracha nisso hoje. Foi errado o que você fez, da forma que conduziu, e também a forma que foi explorado aqui ”, disse.

Vanderlei Miranda desmente jornal e diz que não é contra a vinda do Corpo de Bombeiros para a cidade

Diferentemente do que foi divulgado por um órgão de imprensa, o vereador Vanderlei Miranda (PR) não é contra a implantação de uma unidade do Corpo de Bombeiros Militar em João Monlevade.

Usando a tribuna de vereadores na reunião da Câmara Municipal, no dia 19 de novembro, o vereador falou sobre a instalação dos bombeiros, assunto que considera muito importante.

A discussão naquele momento era quanto a capacidade legal dos vereadores intervirem em favor da implantação de uma unidade na cidade. Sabedor de que, para a instalação do Corpo de Bombeiros vereador nenhum tem o poder de executar um convênio, Vanderlei Miranda enfatizou que essa é uma ação exclusiva dos chefes dos executivos (prefeito e governador) mediante parceria com esta finalidade.

Ele explicou que, por isso, se manifestou contrário no ano passado, quando um vereador propôs emenda ao Plano Plurianual (PPA) da Prefeitura sugerindo a reserva de recursos financeiros para a instalação do Corpo de Bombeiros. “Não adianta fazer emendas, porque quem tem condições de resolver isso é o prefeito e uma emenda não tem efeito prático nessa situação. Não sou contra a vinda dos bombeiros, o que disse e repito é que uma emenda não obriga o prefeito a cumprir”, esclareceu.

Outra afirmação do vereador, quanto ao fato do Corpo de Bombeiros não funcionar como uma garantia de que não haverá acidentes e incêndios, também precisa ser esclarecida. “O que eu quis dizer, é que os bombeiros não estarão em todos os locais ao mesmo tempo, infelizmente”, pontuou.

Vanderlei Miranda falou também de muitas prioridades que existem na cidade e que deveriam ser resolvidas, já que o serviço do Corpo de Bombeiros é uma responsabilidade do Estado. “Os recursos da Prefeitura precisam ser investidos em outras questões também, como o Hospital Margarida com sua crise financeira sem solução e em vários setores da saúde que precisam de recursos financeiros. Ao mesmo tempo, é preciso cobrar que o Estado resolva esta questão dos bombeiros”, disse.

Miranda afirma que nunca se posicionou para prejudicar a população de João Monlevade e, como sempre, está à disposição da comunidade, fazendo seu trabalho com honestidade e transparência, sempre ajudando e dando resposta a todos que o procuram.

Ainda segundo o parlamentar, ele já encaminhou um pedido de Direito de Resposta ao órgão que publicou a matéria inverídica e o proprietário se prontificou a conceder o espaço.

Presos fogem da Apac em Santa Bárbara

Três presos fugiram a Sede da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) da cidade de Santa Bárbara, por volta das 22h20 desta quarta-feira (26). Segundo a Polícia Militar o monitor da unidade contou que os presos identificados como “Adriano, Celiano e Davi”, pediram para que abrisse o portão, pois eles iriam embora. Em seguida pediram que entregasse os dois telefones celulares, sendo um da APAC e o outro do monitor.

 O responsável pela unidade contou ainda que as ordens dos autores foram acatadas por ele, e que após estarem de posse dos celulares, os fugitivos pediram para ficasse dentro da unidade e não acionasse a policia, caso contrário voltariam para se vingar. A APAC considera os presos como reeducando, partindo do pressuposto de que todo ser humano é recuperável, desde que haja um tratamento adequado. Os princípios seguidos são os da individualização do tratamento; da redução da diferença entre a vida na prisão e a vida livre; da participação da família e da comunidade no processo de ressocialização, e do oferecimento de educação moral, assistência religiosa e formação profissional. Segundo a Polícia Militar, foi realizado rastreamento, porém os homens não foram encontrados.

Clima tenso no centro da cidade durante clássico entre Cruzeiro e Atlético pela final da Copa do Brasil

A Polícia Militar de João Monlevade apreendeu na noite desta quarta-feira (26) diversos rojões, bombas, porretes e pedras que estavam escondidos debaixo de um veículo estacionado próximo da agência dos Correios em Carneirinhos, pouco antes do clássico entre Cruzeiro e Atlético pela final da Copa do Brasil.

Antes, por volta das 20h40 cerca de 30 torcedores uniformizados do Cruzeiro, seguiram em direção ao “Bar do Xororó” que fica no Bairro Rosário onde normalmente os atleticanos se reúnem para acompanhar os jogos do Atlético.

Os torcedores celestes começaram a disparar rojões em direção ao bar, no início da Rua Armando Batista, com objetivo de provocar os atleticanos, que revidaram com rojões e pedras. O clima ficou tenso por cerca de 10 minutos. Como os atleticanos eram em menor número, naquele momento, eles recuaram. Os rivais passaram em frente ao bar e seguiram para outro, próximo a agência do INSS, onde acompanharam a partida.Bem próximo dali, a polícia efetuou a apreensão dos materiais.

Testemunhas contaram para a polícia que um grupo de torcedores do Cruzeiro, foi quem escondeu os materiais, que seriam usados em um possível confronto de torcidas. Eles contaram também, que minutos antes da Polícia Militar chegar, uma torcedora atleticana, ao passar pelo local, teve sua blusa arrancada e chegou a ser agredida fisicamente por alguns torcedores rivais. Ela foi levada ao Hospital Margarida e apontou para a polícia, nomes de alguns dos envolvidos na ação. Os agressores não foram encontrados.

Houve ainda um informação de que um homem havia sido baleado próximo ao bar do Xororó, mas a polícia não confirmou. Segundo o Capitão Cesar Freitas, a Polícia Militar recebeu informações, antes mesmo do início do jogo, de que havia ocorrido um disparo de arma de fogo, e que ele teria sido efetuado por um policial civil, e que o disparo teria atingido uma pessoa nas nádegas, porém essa informação não foi confirmada. “Pela manhã entramos em contato com o Hospital Margarida onde fomos informados que não houve entrada de pessoa vítima de disparo de arma de fogo lá. Fizemos contato com a Polícia Civil, que também informou não ter registro de nenhuma ocorrência neste sentido. Acreditamos que tudo não passou de um boato lançado em uma rede social”, informou o militar.

Várias pessoas foram abordadas ao logo da Avenida Wilson Alvarenga e a PM chegou a apreender vários rojões com um grupo de torcedores. Ainda segundo Cesar Freitas, a Polícia Militar registrou algumas ocorrências durante o clássico, mas nenhuma de maior gravidade. Ele informou ainda que durante o jogo, torcedores do Atlético que estavam no bar do Xororó, desceram em direção onde os cruzeirenses acompanhavam a partida, mas a PM agiu e evitou o confronto.

Um torcedor atleticano também foi atacado por torcedores celestes com socos e ponta pé, próximo ao Hiper Comercial, por volta das 3h40, quando voltava para casa após as comemorações. Ele contou para a polícia que não conseguiu identificar os autores.

A Polícia Militar avaliou como tranquila a atuação durante o clássico. “O relatório do oficial que comandou o policiamento durante o jogo não aponta qualquer ato de maior gravidade. A Polícia Militar cumpriu bem o seu papel que foi oferecer segurança aos torcedores e aos usuários das vias do centro. Em vários bares pela cidade observamos torcedores das duas equipes acompanhado o jogo juntos. Eu venho de uma cidade, Ipatinga, onde os torcedores acompanham os jogos juntos nos bares, e muito raramente são registrados conflitos. Os problemas, em Monlevade, foram somente no entorno desses dois bares, onde, normalmente, vem ocorrendo esses confrontos durante jogos entre as duas equipes. Essa rivalidade aqui ainda é muito grande”, disse o Capitão Freitas.

Ladrões assaltam mercearia e levam malote contendo mais de R$2 mil

Na tarde de ontem, quarta-feira, 26, por volta das 16h40 a Polícia Militar compareceu na Mercearia “Comercial Lima”, localizada na Avenida Padre Joaquim Saturnino de Freitas, no bairro Nossa Senhora de Fátima em Rio Piracicaba, onde a vítima Patrícia Lima Figueiredo, de 32 anos, relatou que uma motocicleta escura (azul ou preta) com dois ocupantes parou na porta do estabelecimento, o passageiro desembarcou e entrou no local indo até as prateleiras com uma arma de fogo em punho, mandando que ela passasse todo o dinheiro.

A mulher se dirigiu até ao caixa e pegou na gaveta um malote de plástico da agência do Bradesco contendo R$2.475,60 e entregou para o autor, que estava de jaqueta preta e capacete escuro com viseira espelhada em tom vermelho. O condutor da motocicleta também usava capacete de viseira espelhada em tom vermelho. Após a ação delituosa ambos evadiram-se na motocicleta com algarismos da placa 1405, sem precisar as letras, em sentido á cidade de João Monlevade. A PM comunicou o fato na 17ª Companhia Independente de João Monlevade e a outras frações vizinhas para realização de cerco e bloqueio, no intuito de localização e prisão dos autores, porém nenhum suspeito foi preso.

Hiper Comercial adere à campanha do "Laço Branco"

 O Hiper Comercial Monlevade aderiu á campanha promovida pela Associação Mulheres em Ação (AMA-JM) do Laço Branco – Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres que tem como lema “Jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência”.

 A representante da AMA-JM, Eliane Araújo, esteve na manhã desta quarta-feira (26) fazendo um trabalho de conscientização com os funcionários do Hiper. Uma fita foi amarrada no braço de cada funcionário simbolizando a adesão à campanha.

 Os sócios Hélio Leite e Marcelo Bicalho também amarraram a fita no pulso e elogiaram a iniciativa. Cartazes foram afixados nos pontos principais do hipermercado explicando o objetivo da campanha.

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